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Voluntariado

Histórias de quem faz

O desejo de ser voluntário/a, colocando-se à disposição do/a outro/a, pode ser despertado a partir de experiências de sensibilização, de contato com situações que causam incômodo, e, também, com o desenvolvimento de processos educativos que contribuem para identificação do/a voluntario/a com a Cultura da Solidariedade.

Aqui você vai conhecer alguns relatos de voluntários/as que se identificam com a missão marista e contribuem diariamente para a continuidade do sonho de Champagnat:


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Começar a descobrir o grande desafio de ser indígena, de proteger sua história, identidade, cultura e território foi talvez o aspecto fundamental destes dias. Conhecer as histórias de lutas das organizações que enfrentam o dia a dia para defender a floresta e seus povos nos leva à dura realidade das lideranças que lutam pela vida neste país. Viver a missão marista na Amazônia nos faz pensar sobre tudo que ainda pode ser feito e ampliado para a ampliação deste trabalho. Enfim, foi um abrir de olhos, um encontro de outros olhares, um sentimento de reflexão sobre como seguir me envolvendo em causas sociais na minha realidade."

Tiago Pavinato Klein, do Colégio Marista Rosário (Porto Alegre).​


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“Durante a nossa atuação no Asilo Asan nós realizamos atividades de trabalhos manuais, jogos e partilha de experiencias. Eu adoro estar lá com eles, pois gosto de conversar, escutar as histórias de vida e também me sinto feliz em poder ajudar o próximo e doar o melhor de mim para eles”

Ketelin Gabrieli Nunes, educanda do Centro Social Marista Boa Esperança (Santa Cruz do Sul).​


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“Fiz uma experiencia voluntária de seis meses no Timor Leste ministrando aulas de português. O voluntariado foi a forma que encontrei de estar próxima a diferentes pessoas e sair da zona de conforto. É algo que julgo essencial para o crescimento pessoal e espiritual, e uma forma de relembrar o meu propósito de vida, que é estar a serviço".

Janaíne Perini, animadora da Pastoral Juvenil Marista (PJM) em Santa Maria.



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“Voluntariado é conjugação de pessoas, atitudes e verbos. Repensar, transcender e transformar. É conjugar-se, acima de tudo, com os sonhos e as dores do outro. É unir humanidade, esperança e dedicação em um mesmo ato. Ao fazer trabalho voluntário, a gente vai criando consciência e amadurecendo de diferentes formas. O coração engrandece, a mente também”.

Silvia Medeiros, colaboradora da Estrutura Executiva do Colégios e Unidades Sociais da Rede Marista (Porto Alegre).​​​​​​