Maria, Boa Mãe: morada de amor e ternura

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Celebrar o Dia Marista de Nossa Senhora da Boa Mãe é fazer memória da presença materna de Maria, que sustenta nossa identidade marista. Para São Marcelino Champagnat, Maria era presença concreta: “Boa Mãe”, a quem se confia com simplicidade e confiança no cotidiano.

Essa devoção acompanha a história marista desde suas origens, inspirando a missão e a vida dos primeiros Irmãos. No Brasil, o 4 de maio de 2024 marcou a primeira celebração oficial da data, hoje vivida em todos os espaços maristas.

Neste ano, o tema que ilumina a data é Maria, Boa Mãe: morada de amor e ternura, em sintonia com a Campanha da Fraternidade 2026, que traz como tema Fraternidade e Moradia e como lema “Ele veio morar entre nós” (Jo 1, 14).

Mais que uma lembrança, esse dia é um convite a renovar a confiança em Maria, que inspira um jeito de ser e agir marcado pela ternura, escuta, cuidado e presença junto às crianças e jovens, especialmente os mais vulneráveis.

 

Ao longo da história…

Ao longo da história, o povo cristão encontrou inúmeras maneiras de chamar por Maria, mãe de Jesus.

Em cada canto do mundo, ela recebeu nomes que nascem da fé e da experiência do povo. Para uns, ela é a Senhora de Aparecida, de Guadalupe, da Piedade e da Conceição; para outros, é a Virgem de Nazaré, de Fátima, da Penha e de Caravaggio. Para todos, ela é a Mãe amorosa, de mil nomes, de tantos lugares, rostos e cores.

Também entre os Maristas, Maria ocupa um lugar especial no coração e na espiritualidade. Inspirado por sua profunda confiança nela, São Marcelino Champagnat a invocava com ternura e simplicidade. Em seus escritos, Maria aparece como “recurso habitual”, “primeira superiora” e “mãe comum”.

Contudo, o nome que mais brota de sua devoção, e que melhor expressa sua experiência de fé, é aquele pelo qual a chamava com carinho filial: Boa Mãe. Esse título revela não apenas uma forma de invocá-la, mas um modo de viver a fé: confiar em Maria como presença materna que acolhe, protege e conduz sempre a Jesus.

Motivados pela devoção e pelo crescente interesse das pessoas por Maria, Irmãos, Leigos/as das Províncias brasileiras solicitaram, em 2024, que a União Marista do Brasil (Umbrasil) instituísse o Dia Nacional Marista de Nossa Senhora Boa Mãe, a ser celebrado, anualmente, no dia 4 de maio.

 

Razões históricas para a escolha do dia 4 de maio

A escolha do 4 de maio como dia da Boa Mãe nasce de um episódio que revela a profunda confiança de São Marcelino Champagnat em Maria.

Em 1830, o noviciado marista de L’Hermitage foi ameaçado de fechamento pelo prefeito De Norvins, colocando em risco o futuro do jovem Instituto. Diante da ameaça, Champagnat não se desesperou: convidou os Irmãos a renovar a confiança em Maria, cantando diariamente a Salve Regina.

De forma inesperada, no dia 4 de maio, o prefeito foi substituído e a perseguição cessou. Para Champagnat e seus Irmãos, era mais um sinal da proteção materna de Maria sobre a obra marista.

Saiba tudo sobre a data acessando esta página especial.

Confira o minidocumentário: Boa Mãe: um rosto, uma história e uma data.

 

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