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Maria e Padroeiras da Região América Sul – Parte I

Inspirados no Dia do Marista, história de padroeiras de países da Região América Sul são exploradas
01/08/2018
Institucional
Inspirados no Dia do Marista, história de padroeiras de países da Região América Sul são exploradas

​​​​​Em agosto, celebramos o Dia do Marista, uma das datas mais importantes para nossa instituição, pois relembra a Assunção de Nossa Senhora, a principal inspiração de São Marcelino Champagnat para fundar o Instituto Marista. Assim, como forma de vivenciar essa data marista, abordaremos em duas edições as padroeiras de cada país que compõe a Região América Sul.  Nesta primeira parte, conheceremos mais sobre as padroeiras da Argentina, Bolívia e Chile.


Nuestra Señora de Luján, Argentina (Província Marista Cruz del Sur)

A história remonta ao século XVII, quando um fazendeiro português chamado Antonio Farias de Sá, residente na cidade de Córdoba de Tucumán (atual Córdoba) encomendou de um amigo brasileiro uma imagem da Virgem Maria. A estátua chegou ao porto de Buenos Aires e começou seu caminho para o destino final em uma carreta puxada por bois. Entretanto, ao chegar próxima às margens do Rio Luján, a carreta parou. Acreditando se tratar de um problema de peso da carga, os condutores tiraram diversos pacotes e, mesmo assim, os bois não se mexiam.

Foi quando descarregaram a caixa que continha a imagem da Virgem. Para sua surpresa, nesse momento, os animais se moveram para seguir a viagem. Isso foi interpretado como um sinal de que ela deveria ficar ali, e a deixaram. Com o tempo, aquela pequena escultura de apenas 38 centímetros deu origem a criação do espaço que até hoje visitam milhões de fiéis. O primeiro santuário foi inaugurado em 1763 e em 8 de maio de 1887, o Papa León XXIII decidiu coroá-la como “Nuestra Señora de Luján", dando origem a sua celebração anual.

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Imagem de Nuestra Señora de Luján​


Virgen de Copacabana, Bolívia (Província Marista Santa María de los Andes)

O povo boliviano reconhece como padroeira a Virgem de Copacabana. A história conta que em um esforço por manter suas crenças ancestrais e incorporá-las ao Catolicismo, o Inca Tito Yupanki moldou uma escultura da Virgem em argila, a qual logo foi tirada do altar da igreja de Copacabana. Sentindo-se humilhado, Tito viajou a Potosí e aprendeu a esculpir em madeira, criando uma nova imagem, a qual foi recebida por todo o povo, que a nomeou “Rainha da Nação" – título que se mantém até hoje no Santuário Mariano de Copacabana. A Bolívia celebra o dia de sua padroeira a cada 5 de agosto.

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Imagem da Virgen de Copacabana


Virgen del Carmen, Chile (Província Marista Santa María de los Andes)

A padroeira do Chile é a Virgem de Carmem que conta com dois santuários principais de devoção. Sua história em terras chilenas não está vinculada a milagres, mas sim ao fato de que os libertadores nacionais, entre eles, Bernardo O'Higgins, a elegeram como protetora dos exércitos chilenos. A data que celebra a padroeira no Chile é 15 de julho.​​

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Imagem da Vi​rgen del Carmen